Por que conhecer o chão que se pisa?

Solo característico na região de ocorrência da voçoroca em Luiziana/PR

Solo na parede interna de voçoroca em Luiziana-PR

Compreender e analisar a importância dos estudos do solo no nosso dia a dia. Esse é o nosso objetivo nesse conjunto de post’s.

Parece ser complicado entender por que estudar o solo, não é mesmo? Vamos simplificar um pouco então.

Os alimentos que você come? o combustível do ônibus, carro, moto… vem da onde? Você, sua casa, tudo o que você conhece estão sobre o quê? ou pelo menos foram feitos aonde? dificilmente você vai encontrar algo que não tenha ligação com o solo.

Poderíamos fazer um baita texto só com exemplos do nosso cotidiano ligado aos solos e, consequentemente, os campos abrangidos pela pedologia (ciência que estuda o solo) são também bastante vastos. Podem influenciar desde o trabalho de um jardineiro ou hortifrutigranjeiro até o engenheiro de grandes obras e, cada um desses personagens com uma maneira própria de ver e lidar com o solo. Pro jardineiro um solo do tipo “X”  é melhor para produzir um produto “Y”, assim como um solo “Z” é melhor para produzir um produto “W”. Além disso conhecendo o tipo de solo e suas necessidades ele pode adaptar o solo existente para que se adapte ao que ele está tentando produzir.

O engenheiro por sua vez, procurará entender o tipo de solo para montar um projeto que seja suficientemente bem estruturado de acordo com aquele tipo de solo. Você não quer que um prédio, uma ponte, ou a sua casa desabe, não é mesmo?

Dessa forma, nesse e nos próximos 4 post’s buscamos compartilhar parte dos aprendizados adquiridos durante a aula de campo ocorrida no dia 30 de outubro de 2010 sob a orientação do professor Victor.

Realizando análise morfológica do solo – Em sala de aula

Realizando análise morfológica dos solos – Em campo

Realizando análise morfológica dos solos – “Anatomia dos Solos”(LEPSCH,2002)

Realizando análise morfológica dos solos- Horizontes e perfil do solo

Durante as aulas pudemos aliar a prática à teoria com a possibilidade de analisar morfologicamente um perfil de solo, desde os processos iniciais de coleta até os finais de análise e sistematização dos dados obtidos. Uma ideia bacana que pode ser aplicada inclusive durante aulas no ensino médio. Fica aí a dica!

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